segunda-feira, 9 de março de 2015

A Europa do Século XV:



01- A Europa Ocidental Medieval (Séculos V - XV)
a) Aspectos políticos:
   - Descentralização
   - As lutas permanentes entre os nobres.
   - Rei: senhor nominal
   - Os pactos de vassalem
b) A vida social
   - A divisão estamental 




  - Servidão, coação e ruralização

c) Economia rural, baixa circulação de moeda e comércio limitado













02- As mudanças a partir do século XI – A “baixa idade média”:

a) Renascimento comercial:
   - Aumento da produtividade agrícola (excedentes)
   - Aumento populacional
   - O movimento das cruzadas: intensificação dos contatos com África e Ásia

b) Renascimento  urbano:
   - Crescimento dos burgos: a questão da autonomia das cidades
   - Surgimento de novos grupos sociais: burgueses: artesãos, comerciantes, banqueiros e burocratas

3) A crise do feudalismo no século XIV
a) Aspectos:
- quebra de colheitas: fome
- peste bubônica: morte de 1/3 da população
- Guerras e revoltas camponesas: instabilidade e morte nos campos
b) Efeitos da crise: enfraquecimento da nobreza feudal



 



A América "antes" da América.

Américas: séculos XV e XVI.
























Imagem do códice Tlaxcala, século XVI.



A América antes da América (sécs. XIV e XV)

- Mesoamérica  – região pioneira no desenvolvimento da agricultura.
-Há pelo menos 1000 anos havia amplo grau de excedente agrícola na Mesoamérica e na região andina
    
 1- Os Maias:

Rica civilização, com refinada escrita, arquitetura e matemática;
Auge no século IX;


 2- Astecas:

Herdeiros de outros Estados, como o Maia;
Império em expansão militar desde 1425.
Tributos sobre a produção e os trabalhos compulsórios;
Domínio sobre outros povos;






  3 – Incas:

Império – formação em cerca de 1438 ;
Amplo território, com grande diversidade geográfica;
Império em plena expansão quando da chegada dos espanhóis;
Principal tributo: mita;
Inca: chefe estatal divino;
Domínio sobre outros povos
Império altamente controlado, diferente do Asteca, mais descentralizado; 
Sistema sofisticado de controle econômico;


4 - Grupos indígenas que habitavam a futura América Portuguesa:
- Litoral – predomínio do tronco lingüístico tupi;
- Os conflitos tupis – tapuias (não tupis);
- Guerra e canibalismo (antropofagia) e seus fins rituais;

- Populações nômades e seminômades com diferentes culturas.

sábado, 7 de março de 2015

Por que os homens deixaram de usar salto alto?

Por que os homens deixaram de usar salto alto? (em: http://www.jornalciencia.com/sociedade/comportamento/2522-por-que-os-homens-deixaram-de-usar-salto-alto)


Os sapatos de salto alto representam, na maioria das vezes, o luxo, glamour, e elegância das mulheres.
Eles podem ser usados em diversas ocasiões, e apesar de muitas vezes serem incômodos e pouco confortáveis, é a primeira opção para compor o look feminino.
O interessante é saber que os sapatos de salto alto também já fizeram parte do universo masculino. Então, por que será que esse costume acabou? Por que os homens hoje em dia não usam mais salto alto como antigamente?
A história do salto alto masculino
Os calçados com salto alto eram usados desde a Antiguidade, a aproximadamente 3500 a.C, pelos guerreiros da Pérsia: “O salto alto foi usado por séculos em todo o Oriente Médio como uma forma de andar calçado”, diz Elizabeth Semmelhack do Museu Bata Shoe, em Toronto, em entrevista à BBC.
“O salto garantia uma melhor posição para o soldado, assim ele podia atirar seu arco e flecha de forma mais eficaz”, diz Semmelhack.
No final do século XVI, a Pérsia se aliou com a Europa Ocidental na tentativa de derrotar seu pior inimigo, o Império Otomano. Dessa forma, toda a Europa Ocidental se interessou pela cultura persa, incluindo os sapatos que tinham um acessório inusitado, até então: o salto alto.
Os sapatos estilo persa foram entusiasticamente adotados pelos aristocratas europeus, que compreendiam que os saltos altos lhes forneciam uma aparência viril e imponente.
A realeza, é claro, também não ficou de fora e aderiu rapidamente à nova tendência da época. O rei Luís XIV foi retratado, por Hyacinthe Rigaud, usando saltos em um quadro no ano de 1701.

Até aquele momento, os saltos não eram muito altos, não passavam de poucos centímetros. Entretanto, as camadas mais baixas da sociedade também quiseram participar da moda, e numa forma de diferenciar e distanciar as classes sociais, a aristocracia reagiu aumentando drasticamente a altura de seus sapatos. Foi neste momento que os saltos altos de fato nasceram.
Os saltos desde sempre foram e são muito desconfortáveis e difíceis de serem desfilados em ruas esburacadas e enlameadas, por exemplo. No entanto, as classes superiores sempre fizeram questão de usar roupas e acessórios incompatíveis com as próprias situações nas quais se encontravam.
"Uma das melhores maneiras que o Estado poder transmitir o seu poder é através da impraticabilidade", diz Semmelhack, acrescentando que as classes superiores sempre usaram roupas desconfortáveis e luxuosas para anunciar a sua posição privilegiada, até porque, não era essa classe que trabalhava nos campos ou que precisava andar muito.
Uma particularidade interessante que envolve o rei Luís, era que por ser ele de estatura baixa (media 1,63m) ganhava 10 centímetros a mais quando calçava seus imponentes sapatos reais. Os saltos eram sempre decorados com cenas de batalhas.
Como o corante na época era muito caro, os saltos e solados sempre tinham uma coloração vermelha, e isso acabou virando padrão e se espalhou por toda Europa. Até mesmo reis com estatura alta, como Carlos II da Inglaterra, era adepto da moda do salto alto, mesmo medindo 1,85 m de altura.
As mulheres também aderem à moda do salto
Embora o salto alto fosse (um luxo) de uso exclusivamente masculino, e que até então, representava a virilidade e masculinidade dos homens, uma nova moda passou a perpetrar pela sociedade europeia da época: a moda feminina passou a adotar elementos da roupa masculina em seus vestuários, incluindo os saltos. Esse costume logo agradou e se espalhou entre as mulheres e crianças.
"Em 1630 já havia mulheres que cortavam seus cabelos, e adicionavam vários acessórios masculinos. Elas fumavam cachimbos, e usavam chapéus, elemento dos homens; e evidenciar o calcanhar foi uma prática adotada também”, diz Semmelhack.
A partir daí, os sapatos tomaram um formato unissex, já que tanto homens quanto mulheres usavam saltos. Entretanto, depois do século XVII as coisas começaram a mudar novamente.
Os homens passaram a usar saltos mais quadrados e achatados, e os saltos usados pelas mulheres começaram a se tornar mais delgados e curvilíneos, como afirma Helen Persson do Museu Victória e Albert, em Londres: “Você começa a ver uma mudança no calcanhar neste momento”, diz ela.
Anos mais tarde, com o movimento conhecido como Iluminismo, a ênfase na educação fez com que se desse mais valor à praticidade do que a moda incômoda e desconfortável, tornando as roupas, por exemplo, mais práticas simples e maleáveis.
Esse era o início da chamada Grande Renúncia Masculina, na qual os homens começaram a abandonar o uso das joias, das cores chamativas, e tecidos extremamente elegantes por um look mais sóbrio e homogêneo. Foi nessa época que as diferenças de sexo em relação a acessórios tornaram-se bem mais evidentes.
Enquanto o comportamento racional masculino passava a interagir com sua forma de vestir, a moda feminina continuou na contramão dessa nova tendência, construindo cada vez mais uma moda irracional, emocional, sentimental e todas elas bem ostentadas em saltos altos.
Os saltos, que antes eram tão importantes e idolatrados pelos homens, passaram a ser considerado acessório tolo e substancialmente feminino. Em 1740, os homens de maneira geral pararam de usar esse estilo de sapato.
Após a Revolução Francesa, o salto alto caiu em desuso até mesmo pelas mulheres. Apenas em meados do século XIX, esses sapatos foram outra vez usados, mas sob uma perspectiva bem diferente.

sábado, 28 de fevereiro de 2015

"Os perigos de uma história única"

Vídeo discutido essa semana com as turmas do segundo ano do integrado:

Uma introdução a História da África.

“Os estudos escritos e sistemáticos sobre o passado dos povos da África, em especial da África abaixo do Saara, são bastante recentes. Começaram após a segunda guerra mundial, estimulados pelo processo de independência e formação de novos países no continente. O interesse principal dos africanos em conhecer a sua história está relacionada com a busca de identidades políticas e culturais. Hoje, apesar de a história da África ser mais conhecida, ainda é um processo em construção.”  (VAINFAS et.al. 2010)

O ensino de história da África e dos Afrodescendentes foi tornado obrigatório no Brasil em  2003, pela Lei 10.639/03. Esta lei é mais uma vitória do movimento negro brasileiro que sempre buscou a valorização das nossas raízes africanas.



  





Existe “Raça” entre os seres humanos?



O conceito de raça surgiu no século XVII - na Europa -  e tomou força nos séculos XVIII e XIX, desenvolvendo-se com vitalidade. Acreditava-se que os seres humanos tinham raças diferentes – e que a mistura das mesmas poderia resultar em “degenerações”. O auge deste tipo de pensamento foi a eugenia praticada por Hitler. Mas, antes mesmo do nazismo, cientistas sociais já combatiam a ideia de raça. Os antropólogos, assim como outros estudiosos, comprovaram que o que existe entre os seres humanos são as etnias. Tal conclusão foi corroborada, nos anos 2000, com a conclusão do “projeto genoma”.


Em substituição ao conceito de raça devemos usar o de Etnia, que significa grupo biológico e culturalmente homogêneo. Do grego ethnos, povo que tem o mesmo ethos, costume, incluindo língua, cor de pele, religião etc. O termo não é sinônimo de raça, pois a palavra raça tem um sentido exclusivamente biológico.



África: diversidade humana e ambiental.














A savana africana (paisagem mais conhecida do continente).














 floresta tropical no Congo.
















 deserto do kalahari


 

Neve na África do Sul



África ao Sul do Saara = África subsaariana ou África Negra.

A África Subsaariana manteve relativo isolamento ao longo dos séculos. Os muçulmanos, que exploravam de forma mais cotidiana o continente durante o século XIV, não mantinham muitos contatos com os povos mais ao sul, embora estes contatos acontecessem. Estes diversos povos, onde hoje se encontram o Congo e Angola (por exemplo), conheceram de forma mais efetiva outras culturas quando do contato com os europeus no litoral durante a expansão marítima europeia (séculos XV/XVI).

















-Gana: o reino do ouro.

Um dos mais conhecidos Impérios africanos, assim como o do Mali.
Gana começou a se desenvolver como estado centralizado no século IV, quando seus fundadores começaram a se organizar para se defender os povos do deserto (berberes), que atacavam as aldeias locais. O nome se deve ao fato do chefe político receber o nome de Gana, “senhor da guerra”.
Ficou conhecido como “reino do ouro”, não por ter ouro, mas por ter dominado territórios que tinham o metal e por canalizar rotas comerciais de ouro que atravessavam regiões, como o deserto do Saara. Outra mercadoria muito presente na região eram os escravos, principalmente vindos das expanão muçulmana na África Ocidental, além disto as guerras produziam muitos cativos.
Religião: A religião era animista ou feiticihista, ou seja, atribuia-se vida espiritual a elementos da natureza (animais, rios, plantas, rochas...) que eram por vezes representados por ídolos (feitiches). O principal culto era o do deus-serpente, que recebia anualmente o sacrifício de uma bela jovem.
O auge de Gana se deu entre os séculos IX e X.




- O Império do Mali:

O reino conhecido como Mandinga ou Mali, ao sul de Gana, era de início composto por caçadores, que também trabalhavam a terra em campos comunitários.
A expansão terrritorial do Mali: fruto do processo de islamização do reino no século XIII.
Por muito tempo o Mali governou diversos povos, que reconheciam o imperador como seu soberano, o que fazia com que maiores conflitos não ocorressem. Mas a longa duração do Império Mali se deve mais ao sistema descentralizado de governo e à tolerância religiosa. Nenhum soberano do Mali fez a guerra santa (jihad).



Os reinos da região do Sudão central:

HAUÇÁS:
- População resultado de diversas interações étnicas e culturais, em regiões onde passavam caravanas comerciais transsaarianas. As cidades eram fortificadas e a população rural do entorno buscava, quando necessário, abrigo, reconhecendo assim os soberanos citadinos. Pouco a pouco os chefes militares tornaram-se soberanos.
As cidades, além da proteção, tornaram-se pontos de trocas comerciais, especialmente de artesanato.
A partir de meados do século XIV a região se islamizou e a escrita árabe se difundiu.

IORUBÁS:
Localizavam-se a Oeste das atuais Nigéria e Benin. Sua origem é lendária e acredita-se que são descendentes do povo Olodumaré. Este povo tinha ao menos sete cidades, incluindo Benin, Ilé Ifé e Oyo. Ilé Ifé era o centro espiritual, governada pelo oni (grande sacerdote). Cada cidade dominava aldeias e povos a sua volta.  Seus governantes eram eleitos por um conselho de estado e governavam por um tempo determinado. Este conselho assim detinha o poder político e controlavam o soberano. Tal conselho também era responsável pela preservação dos costumes e pela segurança das cidades. Quando o rei era considerado culpado mandavam que ele fosse “dormir”, ou seja, que fosse envenenado. 
O Reino do Benin foi o principal reino Iorubá. Criado no século XII, tinha como governante o obá, um monarca com poderes políticos, militares e espirituais. O obá comandava ritos que incluíam sacrifícios humanos, normalmente de escravos.
A principal fonte de riqueza dos povos iorubás era o comércio, no Benin havia um grande mercado, onde os comerciantes ofereciam as mais diversas mercadorias, com destaque para tecidos, cobre e escravos.


Cabeças Iorubá de bronze:
 

 




segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

A CULTURA CONDICIONA A VISÃO DE MUNDO DO HOMEM



            “Ruth Benedict escreveu em seu livro ‘O crisântemo e a espada’ que a cultura é como uma lente através da qual o homem vê o mundo. Homens de culturas diferentes usam lentes diversas e, portanto, têm visões desencontradas das coisas. [...]
            A nossa herança cultural, desenvolvida através de inúmeras gerações, sempre nos condicionou a reagir depreciativamente em relação ao comportamento daqueles que agem fora dos padrões aceitos pela maioria da comunidade. Por isto, discriminamos o comportamento desviante. Até recentemente, por exemplo, o homossexual corria o risco de agressões físicas quando era identificado numa via pública e ainda é objeto de termos depreciativos. Tal fato representa um tipo de comportamento padronizado por um sistema cultural. Esta atitude varia em outras culturas. Entre algu­mas tribos das planícies norte-americanas, o homossexual era visto como um ser dotado de propriedades mágicas, capaz de servir de mediador entre o mundo social e o sobrenatural, e, portanto, respeitado. [...]
      O modo de ver o mundo, as apreciações de ordem moral e valorativa, os diferentes comportamentos sociais e mesmo as posturas corporais são assim produtos de uma herança cultural, ou seja, o resultado da operação de uma determi­nada cultura.
Graças ao que foi dito acima, podemos entender o fato de que indivíduos de culturas diferentes podem ser facil­mente identificados por uma série de características, tais como o modo de agir, vestir, caminhar, comer, sem mencio­nar a evidência das diferenças lingüísticas, o fato de mais imediata observação empírica.
Mesmo o exercício de atividades consideradas como parte da fisiologia humana podem refletir diferenças de cultura. Tomemos, por exemplo, o riso. Rir é uma proprie­dade do homem e dos primatas superiores. O riso se expres­sa, primariamente, através da contração de determinados músculos da face e da emissão de um determinado tipo de som vocal. O riso exprime quase sempre um estado de alegria. Todos os homens riem, mas o fazem de maneira diferente por motivos diversos.
A primeira vez que vimos um índio Kaapor rir foi um motivo de susto. A emissão sonora, profundamente alta, assemelhava-se a imaginários gritos de guerra e a expressão facial em nada se assemelhava com aquilo que estávamosacostumados a ver. Tal fato se explica porque cada cultura tem um determinado padrão para este fim. Os alunos de uma nossa sala de aula, por exemplo, estão convencidos de que cada um deles tem um modo particular de rir, mas umobservador estranho a nossa cultura comentará que todos eles riem de uma mesma forma. Na verdade, as diferenças percebidas pelos estudantes, e não pelo observador de fora, são variações de um mesmo padrão cultural. Por isto é queacreditamos que todos os japoneses riem de uma mesma maneira. Temos a certeza de que os japoneses também estão convencidos que o riso varia de indivíduo para indivíduo dentro do Japão e que todos os ocidentais riem de modoigual. Pessoas de culturas diferentes riem de coisas diversas. Enfim, poderíamos continuar indefinidamente mostrando que o riso é totalmente condi­cionado pelos padrões culturais. [...]
O fato de que o homem vê o mundo através de sua cultura tem como conseqüência a propensão em considerar seu modo de vida como o mais correto e o mais natural. Tal tendência, denominada etnocentrismo, é responsável em seus casos extremos pela ocorrência de numerosos conflitos sociais.
O etnocentrismo, de fato, é um fenômeno universal. É comum a crença de que a própria sociedade é o centro da humanidade, ou mesmo a sua única expressão. As autodenominações de diferentes grupos refletem este ponto de vista. Os Cheyene, índios das planícies norte-americanas, se autodenominavam "os entes humanos"; os Akuáwa, grupo Tupi do Sul do Pará, consideram-se "os homens"; os esqui­mós também se denominam "os homens"; da mesma forma que os Navajo se intitulavam "o povo". Os australianos chamavam as roupas de "peles de fantasmas", pois não acreditavam que os ingleses fossem parte da humanidade; eos nossos Xavante acreditam que o seu território tribal está situado bem no centro do mundo. É comum assim a crença no povo eleito, predestinado por seres sobrenaturais para ser superior aos demais. Tais crenças contêm o germe do racis­mo, da intolerância, e, freqüentemente, são utilizadas para justificar a violência praticada contra os outros. [...]
O ponto fundamental de referência não é a humanida­de, mas o grupo. Daí a reação, ou pelo menos a estranheza, em relação aos estrangeiros”. A está aversão ao estrangeiro, chamamos de xenofobia. “A chegada de um estranho emdeterminadas comunidades pode ser considerada como a quebra da ordem social. [...]. Comportamentos etnocêntricos resultam também em apreciações negativas dos padrões culturais de povos diferentes. Práticas de outros sistemas culturais são vistas como absurdas, deprimentes e imorais”.

(LARAIA, Roque de B. Cultura: Um conceito antropológico. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 2003. pp. 67-74)